Zuniu pela noite de uma jaboticaba,
levando estrelas para povoar o céu.
Pouca é a luz deste escuro doce, a
casca absurda do infinito, e íntimo
com as asas dum inseto cair ao leo,
na carne líqüida deste Mundo. Sinos
dobram por ele, na manhã que entra,
quando rompida noite, aberta casca.