Pelo silêncio do tempo ele observa o cotidiano.
Frente à porta do Mundo, guardião das histórias,
com a calma de ser eterno, pés erguidos do chão,
contempla a tarde de todos os dias, e é um cigano
a percorrer os instantes de um Homem, é um vão
que se abre a relatar as cores celestes, aleatórias,
representadas pelo azul de agora, eternamente ...
foto machadinha 6z
12/10/2007
ALMA DESCALÇA
O dia inteiro repousa neste instante,
quando o Homem, descalço, sonha.
No cansaço do couro_de tão usado
não se distingue dos pés. E espera,
na tarde, que é para sempre; apanha
os breves momentos fulgases diante
da vida, que é terreiro, se faz estrada
na esperança, aberta no futuro, lado
a lado, feito um par, que ainda espera
eternamente, para uma nova caminhada.
foto 00077
quando o Homem, descalço, sonha.
No cansaço do couro_de tão usado
não se distingue dos pés. E espera,
na tarde, que é para sempre; apanha
os breves momentos fulgases diante
da vida, que é terreiro, se faz estrada
na esperança, aberta no futuro, lado
a lado, feito um par, que ainda espera
eternamente, para uma nova caminhada.
foto 00077
ESTRADA DE UM TEMPO
Descalça a vida é rústica e simplória.
O cansaço do dia se ampara qual fruta
no último galho da temporada. Cairá,
Quando a esperança se vestir das botas
do Homem, buscando a semente solar,
que gera, na luz vital da estrada, horas
de caminhada até completar a labuta,
romper toda a trilha na tarde, até a porta.
O cansaço do dia se ampara qual fruta
no último galho da temporada. Cairá,
Quando a esperança se vestir das botas
do Homem, buscando a semente solar,
que gera, na luz vital da estrada, horas
de caminhada até completar a labuta,
romper toda a trilha na tarde, até a porta.
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