Descobri outro tesouro, que não foi perdido.
Cujo dono sou eu. Que cresce em outro, nela.
É ter sinônimos em objetos únicos, aqüarela,
que retrata o mar, o barco e a rede, a mim,
a levar uma mensagem nossa, e um pedido.
O Amor é sustentar a tempestade e o jasmim.
A chuva depois de amar. O odor floral ...
O aroma que tem a terra quando chove. É,
como ter um filho, engravidar junto, e tal.
Nascer de novo, no corpo de outra mulher.
6/16/2008
6/06/2008
MINAS AOS MONTES
Me coloco entre o trem e a alma.
Veloz, vence o cansaço, a calma.
DE VAGAR SE VÃO OS ANOS...
UNS AO LÉO, outros orientados.
No estreitamento de um engano,
pela voracidade de uma certeza,
estão os minutos num só estado.
Numa única vez. Certo de sua presa.
Recolhido e atento, à espreita e só.
Ainda à frente de um trem, veloz...
Ordenando sonhos, soprando voz
nos lábios beijados, um Amor maior.
Me esquivo do trem, canto Milton,
no clube da esquina, no bar, aqui.
Mais ao norte daquele um, o som
que se ouve não é mar; é vento.
É folha que se debate. _ Beijar-te
é tudo, todos, com todo o intento.
Veloz, vence o cansaço, a calma.
DE VAGAR SE VÃO OS ANOS...
UNS AO LÉO, outros orientados.
No estreitamento de um engano,
pela voracidade de uma certeza,
estão os minutos num só estado.
Numa única vez. Certo de sua presa.
Recolhido e atento, à espreita e só.
Ainda à frente de um trem, veloz...
Ordenando sonhos, soprando voz
nos lábios beijados, um Amor maior.
Me esquivo do trem, canto Milton,
no clube da esquina, no bar, aqui.
Mais ao norte daquele um, o som
que se ouve não é mar; é vento.
É folha que se debate. _ Beijar-te
é tudo, todos, com todo o intento.
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