Tanto bambú e algumas borboletas azuis...
Uma obra-de-arte exposta, enfoque e foco,
à altura de um abraço, acessível. Então toco.
Tateio com um sopro, agrido feito tempestade.
Dissera na tarde nublada ser o sol. Quem fui
esteve na memória e se esvaiu. Não é tarde!!!
À espreita de uma sombra; a um movimento
pueril. Adormecido ao meio-dia, gosto noturno
pela manhã de abril. Madrugo com minha alma,
vespertino ao me tardar, anoiteço e invento,
na boca farta de um Amor maior. Quando diurno
pela aurora infante, crio vício e sonho, com calma...