1/01/2009

O que as palavras farão por mim?

E aquilo que não tem nome então?

Depois do silêncio que há em tudo,

quero um verso que não tenha fim,

na voz de um poeta dantes mudo,

com afinidade por minha emoção;

não quero fonemas desatentos

ao ritmo, nem rimas brancas.

Fica o verbo inútil e isento

ao gesto, um adeus às tantas ...