O artefato passou a centímetros da minha têmpora
e perfurou o vaso d'água acima do último degrau.
Surgem os vultos ligeiros de mãos ríspidas, nuas
frontes frente ao semblante único e diverso do mal.
Ainda no convés, tendo lançado a pouco a âncora
eu aguardo o segunto ato. Já vi no mar muitas luas,
conheci monstros e sereias, Netuno me orienta.
Eles avançam para a palidaçada, até a trincheira
que me separa dos atos mortais de um nativo.
O artefato passa a centímetros de mim a zunir.
Pelo amarelo da cana surgem vários, cinquenta
guerreiros Goytacazes, invadem a vila, a feira
e os domicílios dos colonos, saqueiam o cultivo,
nos expulsam pelo mar ou terra. Estão aqui ...