Por detrás das bananeiras, no ventre de um réptil ou no hiato de um poema,
tudo vê e se move, no lamaçal burocrático da vida pública, no comum do dia,
por entre as entranhas da urbe, pelos becos, pela penumbra da Democracia.
A tudo se corrompe e estravia, desfigura. Nem "a educação pela pedra", pena,
resolveu o dilema de Drumond, o obstáculo figurado do desenvolvimento.
Feito uma pseudociese, um engano proposital, segue a Vida, no fluxo de caixa,
na jaula financeira que toma a coragem de crescer. O Capital deste momento
não é humano, circula por tantas mãos que não gesticula, se alastra e baixa.