11/30/2015

Se você conhece alguém de Netuno, Ou sabe flutuar entre os espinhos, Avance com a alma três espiritos. Carregue o vidro da manhã sozinho, Nos olhos úmidos de serem noturnos. Por tudo que é inaudível num grito. Tenha os pés sobre o tapete persa, ue ampara os reis e os imuniza Do Mundo. Espalhe as pedras nessa Leveza imóvel a nos banhar em brisa. O sol persegue o gesto inebriado da noite, Elucida do escuro a face adormecida de Adão. Num quase sorriso experimenta os lábios então. Se reconhece num meteoro lunar que "foi_se". De repente se inaugura a rua em ladrilhos azuis, Caminha um céu aberto, descamisado, lindo e livre. Se já pousaste de uma nuvem cúmulos, que conduz Relâmpagos aos montes, então sabes o que tive... Fui elemento para descobrir o rio, provei o lúmen Arbóreo das estrelas no jardim, decantei e vi, No fundo laminar da superfície, o mineral, o homem, Que se consomem em desejo, até não mais existir. Te