10/07/2019

SEMELHANTE A UM RIO CAPTURADO  QUE PERDE SUAS MARGENS NO DECURSO DE SEU LEITO VÃO.
NA PELE DAS PEDRAS FÉRTEIS QUE O VENTO MUDA.
PELA ESCULTURA PERPÉTUA QUE A FOME SACIA
NA MEMÓRIA ROTA QUE NOS CARACTERIZA ENTÃO.