8/12/2007

Talvez infância seja recolher o que restou da chuva.
Por em copos uma poça d´ágüa, sonhar com um rio
nas mãos, ser correnteza na superfície deste tempo
de brincar. Quem sabe envelhecer não seja a curva,
o atalho da vida a toda retidão; talvez seja no vento
que trás o temporal, que a criança repouse, no cio,
no eterno querer pueril...


fig. - ças4
Quando a imagem se faz é o branco que vejo.
Pelos olhos do vendaval na pétala avulsa que
circula minha alma e levanta meu corpo, tejo,
disposto a enfrentar o tempo; parado por aqui
mesmo. A esmo. . .


Dos réus que restaram, no acorde do trovão, e.


Na diversidade dispersa pela tua mão, raízes de
nehuma fruta. Somente caroços de alegria, e se
virar árvore será imensa. Fará sombra, cobrirás
a noite de estrelas, diante da lua então enluarás.