8/12/2007

Quando a imagem se faz é o branco que vejo.
Pelos olhos do vendaval na pétala avulsa que
circula minha alma e levanta meu corpo, tejo,
disposto a enfrentar o tempo; parado por aqui
mesmo. A esmo. . .


Dos réus que restaram, no acorde do trovão, e.


Na diversidade dispersa pela tua mão, raízes de
nehuma fruta. Somente caroços de alegria, e se
virar árvore será imensa. Fará sombra, cobrirás
a noite de estrelas, diante da lua então enluarás.