10/27/2007

No sulco sem meio cresce o útero fecundo.
Ao passo lento de uma geração, e caminha-
Sempre que é súbito se anuncia!- chega lá.
Afeito às reminicências da tarde, que tinha
a feição do abandono na cara deste Mundo.
Enteral e nocivo feito aroma espalhado, ar.


Não deixemos escorrer toda a essência!
O poeta sorve o seco quando vai e cala.
Ampare com as mãos vazias a ausência,
acolha o verbo e acalente então, fala.