È preciso separar-se do resto de alguém
para se esquecer por outro. Se doar então,
sem meio nem chegada; ir ainda mais além.
O que resta de si é para sua orientação,
para que não se esqueça do outro lado,
que foi seu solo, sua fé e sua herança.
O Sujeito se refaz, a alma nem tanto.
Por fim busca o encontro, o afago,
se afugenta num Objeto, se cansa,
se desprende e esquece o quanto.